O superaquecimento do Samsung Galaxy A15 (2026) geralmente é causado por três fatores principais: 1) Má otimização do chipset MediaTek Dimensity 6100+ em tarefas intensivas, que pode operar acima de 60°C em uso prolongado; 2) Acúmulo de sujeira na interface térmica entre o processador e o dissipador de cobre, reduzindo a transferência de calor em até 40%; 3) Apps em segundo plano (especialmente redes sociais com Android 15) que mantêm a CPU em alta frequência (até 2.2GHz) constantemente. A solução imediata envolve limpeza da pasta térmica, substituição do módulo térmico (custo: R$ 45-80) e otimização do sistema, resolvendo 85% dos casos sem necessidade de troca de placa-mãe.
Tutorial Passo a Passo
Custo Médio do Reparo de Superaquecimento no Galaxy A15 por Região (2026)
| Cidade/Região | Mão de Obra (R$) | Peças (Pasta/Dissipador) | Tempo Médio | Garantia |
|---|---|---|---|---|
| São Paulo (Centro) | R$ 120 - R$ 180 | R$ 45 - R$ 80 | 1h30 - 2h | 90 dias |
| Rio de Janeiro (Zona Sul) | R$ 110 - R$ 170 | R$ 50 - R$ 85 | 1h45 - 2h15 | 60 dias |
| Belo Horizonte | R$ 100 - R$ 150 | R$ 40 - R$ 75 | 1h40 - 2h | 90 dias |
| Porto Alegre | R$ 105 - R$ 160 | R$ 48 - R$ 82 | 1h50 - 2h10 | 60 dias |
O superaquecimento no Galaxy A15 não é apenas incômodo: reduz a vida útil da bateria em 40% e pode causar descolamento do display OLED devido à expansão térmica. Em 2026, com a migração para processos de 6nm no chipset MediaTek, problemas de interface térmica tornaram-se 30% mais comuns que em gerações anteriores.
Causas Técnicas Avançadas e Diagnóstico Diferencial
Além da pasta térmica, verifique o capacitor de desacoplamento C2201 (22µF) próximo ao regulador de voltagem VDD_CPU. Em 15% dos casos, este componente apresenta ESR elevado (acima de 0.8Ω), causando ripple na alimentação e aumento de consumo. Use osciloscópio digital com ponta de prova 10:1 para medir ruÃdo na linha de 0.9V - não deve exceder 50mVpp. Outro ponto crÃtico é o conector de carregamento USB-C (modelo HRO-C013): corrosão nos pinos CC1/CC2 pode causar curto durante o carregamento rápido de 25W, elevando a temperatura do PMIC para mais de 65°C.
- Sensor NTC defeituoso: O termistor de 100kΩ (parte RT1) na placa pode reportar temperatura 10-15°C acima do real, fazendo o sistema limitar performance desnecessariamente. Medir resistência a 25°C: deve ser 100kΩ ±5%.
- Firmware desatualizado: Versões anteriores ao patch de segurança de janeiro/2026 do Android 15 tinham bug no driver thermal_hal que não aplicava throttling adequado. Atualize via Odin3 v3.14.4 com arquivo CSC correto.
- Bateria degradada: Células com mais de 500 ciclos apresentam resistência interna acima de 180mΩ, causando aquecimento durante carga. Substitua por bateria original (modelo EB-BA157ABY) com chip de autenticação S2ABB000.
Prevenção e Otimização para Técnicos
Para evitar retrabalhos, após o reparo execute calibração dos sensores térmicos via serviço secreto *#0228#. No menu de diagnóstico, selecione "Thermal Sensor Reset" e aguarde 2 minutos. Configure perfis de performance com app Samsung Good Guardians (módulo Thermal Guardian): limite a temperatura máxima a 46°C para uso normal. Em ambientes com temperatura acima de 30°C, recomende ao cliente reduzir a taxa de atualização para 60Hz (configurações > tela) - isso diminui a carga na GPU em até 35%.
- Ferramentas essenciais: Estação de retrabalho com controle de temperatura precisa (±3°C), como o modelo ATTEN ST-862D. Lupa binocular com aumento 10x para inspeção de soldas BGA.
- Treinamento recomendado: Curso avançado de diagnóstico térmico em smartphones com chipsets MediaTek - 8 horas, focado em leitura de schematics e uso de thermal imaging.
