O preço médio para consertar um iPhone 15 após esquecer a senha varia entre R$ 350 e R$ 850 em 2026, dependendo do método técnico necessário. O procedimento padrão envolve a entrada no modo DFU (Device Firmware Update) e a restauração via iTunes/Finder, que apaga todos os dados do aparelho. Em aproximadamente 65% dos casos, este método resolve o problema em 15-25 minutos. Nos 35% restantes, onde há ativação do Find My iPhone ou bloqueio de conta Apple, é necessário um desbloqueio técnico avançado via reprogramação de chip NAND ou substituição do módulo de segurança, elevando o custo e o tempo para 1-2 horas. O sucesso do procedimento depende da versão do iOS (atualizado para iOS 18 em 2026) e do estado do hardware, especialmente da memória NAND (modelos de 128GB a 1TB).
Tutorial Passo a Passo
Tabela de Preços e Prazos para Desbloqueio de iPhone 15 por Região (2026)
| Região/Cidade | Desbloqueio Software (DFU) | Desbloqueio Hardware (NAND) | Tempo Médio | Garantia |
|---|---|---|---|---|
| São Paulo (Capital) | R$ 280 - R$ 400 | R$ 650 - R$ 850 | 40 min - 1h30 | 60 dias |
| Rio de Janeiro | R$ 300 - R$ 420 | R$ 680 - R$ 880 | 45 min - 1h45 | 60 dias |
| Belo Horizonte | R$ 270 - R$ 380 | R$ 620 - R$ 820 | 50 min - 2h | 45 dias |
| BrasÃlia | R$ 320 - R$ 450 | R$ 700 - R$ 900 | 55 min - 2h | 90 dias |
O preço do conserto para "esqueci a senha" no iPhone 15 não é padronizado porque depende criticamente do nÃvel de bloqueio imposto pelo sistema de segurança da Apple (Secure Enclave) e do estado do módulo T2 (integrado no A16 Bionic). Em 2026, com a popularização do iOS 18 e suas camadas adicionais de proteção, intervenções puramente via software se tornaram mais raras, aumentando a demanda por técnicos com especialização em microsoldagem e manipulação de chips BGA.
Análise de Custo-BenefÃcio: Vale a Pena Consertar?
Considerando o preço de um iPhone 15 novo em 2026 (a partir de R$ 5.500 para o modelo base de 128GB), um investimento de até R$ 850 para recuperar o aparelho representa aproximadamente 15% do valor do novo. A decisão deve ponderar: a condição fÃsica do dispositivo (bateria com saúde acima de 80%, tela intacta), a presença de dados crÃticos não backupados e o custo de oportunidade. Em muitos casos, para iPhones com menos de 2 anos de uso e configurações superiores (Pro, Pro Max), o reparo é financeiramente vantajoso. Uma tendência de 2026 é a oferta de kits de reparo por assinatura para oficinas, reduzindo o custo unitário das peças de serialização em até 30%.
- Fator CrÃtico 1: Ativação do Find My iPhone - Se ativado, o procedimento salta imediatamente para a categoria de desbloqueio hardware, pois o servidor da Apple exige autenticação da conta original para ativação, mesmo após restauração. Técnicas de bypass puramente via software são inexistentes e seguras em 2026.
- Fator CrÃtico 2: Tipo de Senha Bloqueante - Senha numérica de 6 dÃgitos, senha alfanumérica ou Face ID/Touch ID (no caso de modelos com Touch ID em acessórios). O bloqueio por biometria geralmente não requer intervenção fÃsica, apenas a senha do iCloud.
- Fator CrÃtico 3: Número de Tentativas Erradas - Após a 10ª tentativa errada, o iPhone 15 pode habilitar o "modo de segurança estendido", que impõe delays progressivos ou até a exclusão de dados. Isso não impede o DFU, mas pode indicar corrupção de dados na NAND.
Riscos e Mitigações no Processo de Desbloqueio
A manipulação do chip NAND (armazenamento) e do módulo Baseband (comunicação) é delicada. Um aquecimento inadequado na estação de retrabalho (acima de 420°C ou por mais de 90 segundos) pode dessoldar componentes passivos vizinhos ou danificar a interposer do chip, resultando em falhas de boot (bootloop) ou perda de funcionalidades como 5G. Oficinas sérias utilizam stencils de proteção térmica e pastas térmicas de alta condutividade (ex: Thermal Grizzly Kryonaut) para isolar áreas sensÃveis. Outro risco é a perda do IMEI original, o que pode tornar o dispositivo ilegal para uso em algumas operadoras. Técnicos especializados fazem backup do IMEI antes de qualquer procedimento, quando possÃvel.
- Mitigação de Riscos Técnicos: Uso de estações de retrabalho com controle PID de temperatura, microscópio com câmera para documentação do processo, e testes intermediários de consumo.
- Mitigação de Riscos Legais: Solicitação de comprovante de propriedade (nota fiscal) antes de procedimentos invasivos, e emissão de termo de responsabilidade informando que o serviço é para recuperação de acesso legÃtimo.
